Arte

Hilal Sami, o artista do papel artesanal!

Meninas, hoje quero escrever sobre a arte de Hilal Sami Hilal, artista capixaba. Simplesmente adoro tudo o que ele faz!

A obra dele  apresenta grande variedade de materiais e de significados. Hilal começou a pintar aquarelas, mas logo passou a fabricar papel artesanal tendo como base uma pasta de algodão feita de roupas velhas de amigos e familiares. Os papéis são grossos e têm camadas, sugerindo uma arqueologia, mas se apresentam como pinturas, pois têm cores e profundidade. O crítico Casemiro Xavier de Mendonça (1947-1992) os chama de tapetes voadores. Hilal entende que em seu trabalho o papel não é apenas um suporte.


Quando coloca a pasta de papel em uma bisnaga de confeiteiro, usando-a para desenhar, o papel se transforma em um rendilhado. Esse traçado lembra a caligrafia e a arquitetura árabes, que remetem à sua origem familiar. Os trabalhos que executa em folha de metal podem se constituir de superfícies autônomas, reunidas em livros, ou mesmo enroladas em uma bola. Ele desenha letras, números e nomes de pessoas sobre quadriculados e usa ácido para corroer as partes em branco. Ao sobrepor as folhas, o artista cria concavidades, o que ressalta espaços vazios.


O vazio tem grande importância também quando utiliza resina e outros materiais. Ele se faz presente em toda a obra. Hilal afirma que todo seu trabalho pode ser relacionado à morte do seu pai, ocorrida quando ele tem apenas 12 anos. Iclusive, “Seu Sami” foi o nome da exposição dedicada à seu pai, no Museu da Vale, no Espírito Santo.

Saiba mais sobre o artista

Hilal Sami Hilal nasceu em Vitória (ES), em 1952. Cursou artes plásticas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes); e estudou gravura em metal, nos Festivais de Inverno de Ouro Preto (MG), em 1973 e 1974 . Em 1977, um ano depois de se formar, começou a dar aulas na universidade e a pesquisar o papel artesanal. Em 1981, estudou as artes da fibra em Diamantina (MG). E viajou ao Japão para aperfeiçoar na técnica do papel. O artista já expôs no mundo inteiro e dedica-se às produções artísticas há um bom tempo.

Publiquei um post sobre o artista no ano passado também. Veja aqui!

imagens:
arquitetando-blog.blogspot.com
www.hapgaleria.com.br
nennahistoriasdaarte.blogspot.com
fonte: http://www.itaucultural.org.br
Arte, Cultural

Adriana Duque!!

Dentre os grandes nomes de convidados a participarem da SP Arte em 2011, uma artista colombiana causou perplexidade ao apresentar sua série de obras intitulada “Crianças Barrocas”.

Este seu trabalho consistiu em fotografar crianças carentes que fantasiam serem príncipes ou princesas em seus próprios lares, que são cuidadosamente preparados pela artista para que pareça um ambiente da realeza. Até o figurino feito para a ocasião é reproduzido por Adriana. Após a fotografia ser criteriosamente editada, é ampliada em grandes formatos, algo como 1,20×1,60m!!! Haja parede!!!

Por que fotografar crianças nesse contexto? Ela conta ter um eterno espírito de criança, traduzindo em suas obras os sonhos de todas elas. O que realmente impressiona em suas fotografias é a riqueza de detalhes, que se igualam à de uma pintura renascentista, além da expressão de força e poder das crianças.

Fica a Dica!!

Arte, Cultural, Evento

Programinha cultural!!!

Gente,

Para quem quer uma idéia de um programinha cultural, vale a pena fazer uma visitinha ao Espaço ECCO. Até o dia 27 de novembro  acontecem exposições “COORDENADAS”, de Geórgia Kyriakakis (SP – Grécia) e “VER-ME VERME”, de Raquel Nava (BSB).

VER-ME VERME, de Raquel Nava tem curadoria de Karla Osorio Netto e reúne mais de 20 (vinte) obras produzidas entre 2008 e 2011 em várias técnicas como pintura, fotografia, vídeo, desenho, objetos e uma “ação escultórica” inédita.

A maioria das obras é fruto de estudos mais recentes da artista que ao pesquisar sobre o vermelho, deparou-se com a cochonilha, um pequeno parasita que a indústria alimentícia utiliza na produção de corante carmim. Elas refletem as inquietações da artista na descoberta do deserto inóspito onde é cultivado o parasita, no gênero exclusivamente feminino dos parasitas utilizados, na sinestesia do sabor adquirido através da cor carmim, além do viés poético e artístico que permeia as obras.

A jovem artista brasiliense se interessa pela hibridez da poética contemporânea, se inspira e interage com elementos comuns do cotidiano, a partir dos quais propõe reflexões, novas idéias e um outro olhar. Seus trabalhos exploram desde técnicas e suportes clássicos como a pintura, o desenho e a fotografia, até suportes contemporâneos como instalações, vídeo, performance, bricolagens e manipulação digital de imagem.

Visitação: até 27 de novembro de 2011, aberto de terça a domingo das 9h às 19h, classificação livre

Fica a dica!!

Arte, Brasília

Vik Muniz em Brasília!!!!

Gente, imperdível! Vik Muniz em Brasília!!

Nesta exposição, serão exibidas obras que não são mostradas há mais de 20 anos, junto com obras recentes.

Não deixem de visitar essa esposição!!

Espaço ECCO.

Arte, Cultural

Olhem a foto!!!

Olá, meninas!

Nos dias de hoje, com tanta tecnologia e mega pixels envolvidos, a maioria das câmeras fotográficas faz de tudo (e quase com vontade própria! rs…). Fica difícil dizer que uma é melhor que a outra. Se quiser levar a sério a fotografia ou quer o melhor resultado possível, com muito estilo, confie numa Leica!!!!

 

Queridinha de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson e Sebastião Salgado, a marca alemã fabrica câmeras desde o início do século XX, utilizando metais de qualidade e elementos óticos com cristal puríssimo. O que faz dessas “maquininhas” serem tão conceituadas é a capacidade de captar altíssima definição na foto, tanto nas áreas claras como nas escuras, mostrando todos os detalhes da imagem. O mais bacana é que mantiveram o ar “retro” ao longo do tempo. 

A linha tem modelos para várias necessidades, desde aquela para se ter sempre na bolsa, como a Leica C-Lux, àquela super profissional Leica S com quase 38 mega pixels (vai fotografar para capa de revista?). A mais famosa de todas é a série M, antigamente em filme 35mm. Agora digital, conta com 18 mega pixels de definição! E o melhor de tudo: as objetivas antigas desta série funcional nas máquinas atuais!

Olha essa que lindaaa! Essa é uma edição limitada, amei!!

Essa é a famosa M9 – super super super…, com várias funções!!!

 

 

Tem maquina de todos os tamanhos, até que eu achei essa no tamanho ótimo!!

E não tenham medo: elas também têm funções automáticas. É só mirar e clicar!

Fica a dica!!

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